Love Dusty
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27/05/2012 @ 21:28 com 30,169 notes
Você dormiu com o celular embaixo do travesseiro. Porque até uma ligação dele bêbado, de madrugada, te querendo como última opção, pode ser melhor que esse silêncio.
Tati Bernardi
27/05/2012 @ 20:47 com 977 notes
A gente percebe que se apegou, quando a pessoa se afasta.
João Pedro BuenoSabedorias.
27/05/2012 @ 20:14 com 26,504 notes
Me liga qualquer hora dessas. Sei lá, quando der vontade. Ou quando der tédio, falta do que fazer. Só me liga. O meu número é aquele esquecido da tua agenda telefônica, aquele que tu sabia de cor e salteado, de trás pra frente e codificado até o mês passado, mas resolveu esquecer. Me liga e a gente bate um papo, troca umas indiretas, finge que é só amizade e que ninguém aqui é de ninguém. A gente abre umas feridas e nem liga pra dor de tanta vontade de conversar. Mata a saudade que não dá pra admitir que tá ali; assassinato qualificado, discreto, prazeroso, coisa de psicopata (ou psico-amante). Pode fingir que tá nem aí pro meu carinho que perdeu, que não tem mais vontade de ser minha, que não faz mais diferença. Ou que nunca fez. Me conta do cara com quem tá saindo, me diz como ele é. Ele deve ser um cara legal. Legal metido a perfeitinho. E deve trabalhar com advogados, ou ser piloto de avião, qualquer coisa assim. Uma vez tu me disse que tinha tesão por pilotos de avião, lembra? Tomara que ele seja…interessante. Acho que te vi na rua de mãos dadas com esse cara uns dias atrás. Alto, branco, cabelo quase azul de tão preto, nariz arrebitado e sorriso na cara o tempo todo. O tipo de cara que tu taxaria como “simpático”. Ele deve gostar de crianças, né? Tem cara de quem gosta. Ah, eu tenho um amor novo também…Tem o mesmo nome que você, a mesma cor de cabelo, os olhos são quase idênticos— lindos castanhos-claros. Até os cílios. E ela curte as mesmas bandas que eu, os mesmos lugares, as mesmas pessoas. Ela curte o mesmo tipo de sexo que eu, o mesmo tipo de carinho e até as mesmas comidas. A gente curte os mesmos tipos de festa; aquelas festas que tu nunca quis ir. E a gente perdia toda a diversão, trocava a agitação por um filme chato daqueles que tu gostava. E ficávamos resmungando sobre como um não aceitava os gostos do outro. Mas eu e ela, sei lá… A gente não discute, a gente não briga, a gente combina. A gente é quase igual. Somos um só, e isso não tá dando certo. É como amar a mim mesmo— E de amor próprio eu já tô cheio. Tô querendo um outro alguém pra amar.
A gente não tem mais a gente, mas a gente tem outros amores que não são pra amar. -Ana Luísa K.
27/05/2012 @ 20:11 com 1,076 notes
27/05/2012 @ 16:23 com 969 notes
— Aluguei a felicidade, Zé!
— Por quantos minutos, moça?
— Pra vida toda.
Clara Rangel
27/05/2012 @ 16:19 com 684 notes
Ela tem essa pose de “nada me abala”, mas no fundo, bem lá no fundo, ela é tão mole quanto uma gelatina, tão doce quanto um pote cheio de mel e tão delicado quanto a pétala de uma rosa.
Stephani Ignatti.
27/05/2012 @ 16:18 com 15,932 notes
Se você ama, diga que ama. A gente pode sentir que é amado, mas sempre gosta de ouvir e ouvir e ouvir. É música de qualidade. Tão melodiosa, que muitas vezes, mesmo sem conseguir externar, sentimos uma vontade imensa de pedir: diz de novo? Dizer não dói, não arranca pedaço, requer poucas palavras e pode caber no intervalo entre uma inspiração e outra…
Ana Jácomo
27/05/2012 @ 16:10 com 248 notes
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo.
Martha Medeiros
27/05/2012 @ 16:03 com 444 notes
27/05/2012 @ 16:01 com 367 notes
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SILENCIAR